sábado, 31 de março de 2012

Modelos Atômicos: Demócrito.

Desde a antiguidade e, à medida que mais substâncias se tornaram conhecidas, o ser humano (alguns poucos na verdade) vem se perguntando o motivo de tamanha diversidade observada na natureza.

Chama a atenção de uns curiosos coisas como:

¬ o mercúrio...


... único metal líquido;

¬ a água...


... mais densa no estado líquido comparado ao sólido;

¬ o sal de cozinha...


... solúvel em água, mas quebradiço, ambos ao contrário dos metais.

¬ o gás carbônico (dióxido de carbono)...


... como muitos outros gases, não os vemos em outros estados físicos na natureza, apenas em laboratório e outras condições específicas.

Um dos primeiros a se preocupar em explicar tal variedade de características na natureza foi Demócrito.


O figura imaginou que havia um limite de divisão para a matéria. Isso significa que, se eu dividir um grão de areia pela metade, dividir ao meio uma das metades e assim por diante, chegarei a um objeto tão pequeno que não será mais passível de sofrer esse tipo de divisão.

Aí cunhou-se o termo átomo.

A = Negação

TOMO = dividir (vem do grego)

Logo, átomo é aquele que não pode ser dividido.

Com isso, o que nós professores de química chamamos de modelos atômicos, não passa de uma breve história de como o ser humano mudou, com o passar do tempo, sua forma de compreender a matéria.

Ao todo, a nível de ensino médio, quatro pessoas se destacam entre aqueles que buscaram desvendar os segredos desse "controverso" personagem: Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr.


A seguir, veremos como cada um deles contribui para a compreensão atual a respeito do átomo.







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