segunda-feira, 21 de março de 2011

Ciência!

Toda nossa ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil; e, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos.


Albert Einstein (1879-1955)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Texto Aleatório

"Não existe gol feio, feio é não fazer gol"

Palavras de Dadá Maravilha, mas servem para citar e questionar uma frase que ouvi hoje: "... foi uma boa morte...".

Caramba! Não existe isso de boa morte, de morte com honra, de "os bons morrem jovens" e blábláblá, ninguém quer morrer! Pronto. Mesmo assim as pessoas morrem e pelos mais variados motivos, e sou obrigado a reconhecer que nada (nem mesmo aqueles que falam a "língua dos anjos", huahuahauhua), absolutamente nada escapará à segunda lei da termodinâmica e ao tempo, duplinha miserável que quase todos, inclusive eu, gostariam de driblar.

"Who want to live forever?", god save the queen.

Trocadilhos e bobeiras à parte, essa porralouquice miserável que alguns chamam por aí de vida é a única que cada um de nós possui. E mesmo sendo única em termos de existência, não deixa de ser desprovida de propósito, vazia de um ínfimo sentido que a torne mais ou menos tolerável.

Ótimo, e daí? Vai suicidar? Vai viver até os 120 anos? Tentará estocar sua consciência em um HDD de 1,2 YB (um vírgula dois yotabytes, ou dois mols de bytes)? Qualquer das opções anteriores mudará o fato de que viverás e tua existência se extinguirá? Não, um simples e intangível não.

Uma palavra que sobressai à ideia (até o presente momento) equivocada de que somos a parte mais importante da criação ou de que estamos aqui por simples obra do acaso, sendo esta última aquela com a qual concordo por haver evidências em seu favor.

Um termo que subjuga a contradição existente em um sem número de pessoas que pensam viver guiadas por destino ao qual se encontram fadadas a cumprir, mesmo sem perceber que isto, por uma questão de mera lógica, impede seus tão sonhados e respectivos livres arbítrios. Subjuga também aqueles que negam o destino, acreditando que tudo, absolutamente tudo, antes e depois de suas respectivas passagens pelo mundo, incluindo-as na bagunça, ocorre por acaso. Sem esquecer dos outros que negam o destino, o livre arbítrio e o acaso por simplesmente pensar que somos marionetes em um jogo sem fim de pessoas (e/ou extraterrestres) que pouco se importam com a vida humana e (por que não? já que eles acreditam!) de outros extraterrestres.

Penso no fim dessa viagem que o melhor seja realmente não existir uma resposta, um sentido para a vida além do número 42. Algo que notei durante os últimos 12 anos é que a vida existe e pronto, a natureza não se importa com os "porquês" perguntados a ela. O máximo a nós permitido entender até o momento é "como" as coisas acontecem. E isso já é muito, diga-se de passagem.

Depois de tempos...

Chega!


Penso que há tempo,
tempo pra viver.
Penso que, há algum tempo,
pensava em viver.


Penso como vive longe a insanidade,
em sua louca busca de saudade.
Em tempos nos quais se prende e mata,
por pouco mais que liberdade.


Penso em como ainda se luta,
por um futuro para aquela busca.
Por algo mais que sorte.


Penso que não basta a honra,
que nada se diminui pela desonra.
Não quando se encontra a morte.


Viçosa, 14 de março de 2011


sexta-feira, 4 de março de 2011

Preguiça

Agora é só curtir a folga prolongada. Nada melhor que emendar os dias úteis da semana de carnaval aos dias de folga e passar alguns dias a mais de bobeira.
A verdade seja dita: essa bosta desse carnaval só presta pra isso mesmo.
Até recebi convites pra passeio em Ibitipoca, mas o mais perto que me aproximo da natureza é piscina de clube, além disso, nem um passo.
É nesse momento que meu lado nerd aparece fácil.
Esse povo que adora caçar mosquito em mato é muito doido mesmo... huahauhau
Preferências à parte, quanto menos atividade física, melhor.


quinta-feira, 3 de março de 2011

Natal Rubro-Negro

Até eu, que odeio a parafernalha capitalista montada em torno do solstício de verão todos os anos, sou obrigado a concordar com as comemorações natalinas em pleno março, dia 3/3/1953 é a data de nascimento do maior jogador a vestir o manto sagrado.


Considero Zico o autor do gol mais bonito que vi em toda a minha vida. Aliás, áté o presente momento, gol jamais repetido por qualquer outro jogador, o da "bicicleta invertida", fenomenal. Nem gosto de usar esse termo, pois "fenomenal" vitou sinônimo de obesidade, pegação de traveco e preguiça de gambá... hauhauahau

De qualquer forma, para encontrar qualquer coisa do Zico é fácil, mas fica aqui minhas singelas e simples homenagens para o sujeito que ajudou a fazer do Flamengo um dos maiores clubes do Brasil. Com títulos de verdade (como libertadores, mundial e vários brasileiros) e sem nenhum rebaixamento, como deve ser.


quarta-feira, 2 de março de 2011

Ilex Paraguarienses

Hoje eu acordei mais cedo, tomei sozinho chimarrão...

Na verdade não tomei. Aliás, não bebo chimarrão desde a graduação. Não tem mais o Jiraya pra prepará-lo e nem a galera da seção 12 pra ajudar a beber. De qualquer maneira, o verão já se vai e as manhãs são mais frias, a ponto de alguns alunos chegarem na escola com agasalho.

Mas a elevada temperatura das 12 horas não demora a chegar, com ou sem chuva. Chuva esta, aliás, que marcou presença hoje... maldito são Pedro.

Em todo caso, é a velha rotina à qual nos habituamos, mas me lembra muito uma frase que eu ouvi outro dia: "a terra gasta 24 horas para dar uma volta ao mundo". Bom, o pior é que é verdade né...

Manto Sagrado.

Cada torcida trata o clube para o qual torce de uma forma diferente. Atleticanos de MG chamam de galo, os gaúchos tricolores tratam o Grêmio por imortal. Nós flamenguistas reverenciamos o uniforme, chamando-o de manto sagrado, até mesmo porque, é a mais pura verdade! Desde antes de ser Flamengo e saber que Flamengo existia (não necessariamente nessa ordem) eu já gostava de vermelho e preto.

Sem mais comentários.


domingo, 27 de fevereiro de 2011