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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Movimentos especiais... parte 2

Concluímos agora o conjunto de textos que aborda todas as regras necessárias para se praticar xadrez corretamente como qualquer outra atividade de lazer.

O segundo e último movimento especial é o en passant, simbolizado também por e.p., termo de francês para "de passagem".

O en passant é uma jogada especial exclusiva dos peões quando capturam outros peões. Vamos a ela:

Como já se sabe, o peão, em seu movimento inicial, pode avançar uma ou duas casas. O en passant se caracteriza somente quando o peão passível de captura avança duas casas e, no lance imediatamente subsequente, o adversário captura tal peão como se ele tivesse avançado apenas uma, por isso a expressão "de passagem".

Não entendeu? Veja a figura:


Se os peões brancos localizados em A2, C2 ou F2 deslocarem-se duas casas, indo para A4, C4 e F4 respectivamente, evitando assim uma possível captura, o jogador que controla as peças pretas pode, apenas no lance seguinte ao movimento de peão branco, efetuar a captura nas casas A3, C3 ou F3, como indicado acima.

Caso o jogador de pretas movimente seu peão de C7 para C5, no lance seguinte apenas o jogador de brancas tem o direito de capturar o peão adversário com o peão em D5, deslocando-o para C6 e retirando o peão preto do tabuleiro.

O en passant foi o último movimento do xadrez sobre o qual se chegou a um consenso, o qual se estabeleceu em meados do século XVIII. Desde então, as regras apresentadas se mantém por quase três séculos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Movimentos Especiais...

Entre as lições que capacitam uma pessoa praticar o xadrez e executar os lances corretamente, esta é a penúltima e aborda um movimento especial: o Roque.

Trata-se de uma situação única para as peças envolvidas e uma mesma peça não o executa duas vezes. Vamos a ele:

¬ O Roque

Movimento de caráter defensivo que visa a proteção do rei atrás de uma linha de peões em uma das alas, do rei (colunas E, F, G, e H) ou da dama (colunas A, B, C e D). Nele, duas peças são movidas, o rei e uma torre.

As condições necessárias à sua execução são:

a) primeiro movimento de ambas as peças envolvidas;
b) não haverem peças aliadas ou adversárias entre o rei e a torre;
c) o rei não estar de xeque, não passar por uma casa na qual estaria de xeque e nem entrar em xeque na sua casa de destino.

Esclarecida esta parte, vejamos como é o movimento em si: