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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Métodos de separação de misturas, parte IV.

Imagino que, se você chegou até aqui, acaba de passar pela terceira parte (link) dos processos de separação de misturas. Sabe então que restam apenas os processos químicos de separação. E são apenas dois.


Adição de óxido de cálcio á mistura azeotrópica de água (4%) e álcool (96%).


Parece estranha a ideia de que não podemos separar esta mistura por destilação fracionada. É importante recordar que esta destilação aumenta o teor do componente mais volátil na mistura, ou seja, aquele que tem menor temperatura de ebulição aumenta de concentração. Se destilarmos um fermentado de caldo de cana para separar o álcool, a mistura acima é o limite.


óxido de cálcio

segunda-feira, 12 de março de 2012

Estudo das misturas I.

No texto anterior (link) aprendemos, entre outras coisas, como as propriedades Temperatura de Ebulição e Temperatura de Fusão são utilizadas para determinar se uma amostra (ou sistema) qualquer é uma mistura ou uma substância pura.

Lembrando algo comentado anteriormente, dizemos que uma mistura é um sistema constituído de duas ou mais substâncias. Uma consequência disso é que, em alguns casos, as misturas apresentam propriedades semelhantes às das substâncias que as constituem.

Comentamos também que, ao estudar a curva de aquecimento de uma mistura ordinária, nota-se claramente a variação de temperatura durante suas mudanças de estados físicos.

Eis que surgem as misturas eutéticas e as misturas azeotrópicas.

As misturas eutéticas apresentam variação de temperatura apenas na ebulição e mantém a temperatura constante durante a fusão. Exemplo delas são ligas metálicas como o bronze (cobre e estanho) as formadas por Es-Pb (estanho e chumbo), utilizada em soldas de componentes eletrônicos. Quando aquecidas formam gráficos como o que segue abaixo: