quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Entre gigantes...

A "notícia" é velha, mas como não foi lembrada, eu faço o serviço. No último clássico contra o Botafogo, dia 17 de fevereiro, decidido por uma canelada, nosso lateral direito igualou-se a seu melhor antecessor, Leandro. Na partida seguinte, contra o Olaria, ultrapassou-o e tornou-se isoladamente o 14° jogador a mais vezes vestir o manto sagrado rubro-negro.

E o ano de 2013 começou bem melhor que 2012 terminou para Léo. Com oito partidas consecutivas neste primeiro turno de campeonato estadual, ultrapassou, no meio do caminho, outros grandes nomes.


link de origem

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Minha Gente...

"Minha gente", bordão muito utilizado pelo ex-presidente e agora senador, cujo nome não repetirei neste blog, é apenas uma chamada para um tema inexistente nesta postagem.

Postagem que tem a intenção de ofender gregos e troianos. Brincadeira, mas soa engraçada uma fala assim. De qualquer forma, venho manifestar-me após mais de dois meses de ausência.

Manifesto este que deveria ser um chute no saco de alguns e algo irrelevante para outros. Um barranco desabando sobre a cabeça de muitos e a despreocupação de poucos na beira do mar.

Uma ideia simples, finamente elaborada, veneno lentamente destilado e lançado na corrente sanguínea de sua vítima. Um plano vil cuja execução causaria  repúdio entre a maioria dos mortais deste planeta.

Mas não, trata-se apenas de um conjunto e palavras com começo, meio e fim. Os três, diga-se de passagem, encontrados neste blog e fora dele, fato que facilita e muito a vida deste autor. Que nada humildemente deseja falar nada com nada.

Despeço-me avisando que não prometo frequência, que não prometo retorno e muito menos mais textos como este. Um dia retorno a este blog, dia este que não está longe de chegar, fatalmente este ano ainda, ou esta década, ou este século.

Como diz Oswaldo Montenegro, "...mas não é sobre isso que quero falar...", o que quero falar não será dito hoje, será diluído futuramente e quem compreender, compreendeu. O resto, em caso contrário, azar ou sorte. Aquele abraço.

domingo, 30 de setembro de 2012

Mais um grande passo de Léo Moura...

Ao entrar em campo na tarde deste domingo, dia 30 de setembro, Leonardo Moura igualou-se ao "deus da raça" rubro-negra, Rondinelli. O lateral direito tem agora 406 partidas vestindo o manto sagrado.

Entre outros feitos, Rondinelli é o responsável por aquele que foi o gol de título mais tardio até o gol de falta do Pet. Mas o do sérvio foi o gol de um tricampeonato, o do nosso eterno zagueiro, o gol do primeiro título daquele que foi o terceiro tricampeonato carioca do mengão.


Léo Moura, por sua vez, faz parte a algumas semanas do seleto grupo de 18 jogadores que vestiram o manto em mais de quatrocentas partidas. Faltando exatamente 60 embates para igualar-se a Zinho e entrar para o TOP10. Vejamos até onde nosso lateral chega. Boa sorte Léo.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Poliedros de Arquimedes IV: Poliedros Restantes.

Ao todo, Arquimedes identificou 13 poliedros constituídos de polígonos regulares em suas faces. Já apresentei 5 deles (aqui) como como produtos das truncaturas diretas dos poliedros de Platão e outros 2 (aqui) como produtos da truncatura extrema.

Doss 6 poliedros restantes, 2 são truncaturas daqueles obtidos por truncatura extrema e 4 são obtidos pela expansão ou snubificação (alguns autores usam o termo achatamento) dos poliedros de Platão. São eles:














Isto conclui uma série de "artigos" sobre os poliedros regulares imaginados e construídos por Platão e Arquimedes. Mas a história não acaba aqui... teremos mais adiante.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Voltando...

Depois de mais de um mês sem aparecer para sequer visualizar as visitas e o desempenho do blog junto a seu público, eis que retorno para conferir qual é a dessa parada. E verifico não haver um mísero comentário cuja aprovação se encontre pendente.

Ao menos não apareceram os tipos com críticas destrutivas tão comuns em tempos de Olimpíadas. Já é um começo. Mas a verdade é que não tenho saco pra falar desse evento. Nem de escola e muito menos de futebol. Então sobre qual assunto falarei? Não sei.

Até parece uma música dos Titãs chamada Eu Não vou dizer Nada (Além do que estou dizendo) (link). Do álbum Domingo.

Ótima para quando falta assunto. Excelente para falar, falar e nada dizer de fato. Apenas preencher as linhas do texto enquanto o tempo passa.

É isso aí então... como não falei nada, também não tenho o que concluir. Abraço.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Livro do Mês!

"Nas Entrelinhas do Horizonte" é um livro que mostra um Humberto Gessinger completamente diferente daquele vocalista/baixista/guitarrista cujas músicas foram trilha sonora da minha adolescência. Nunca deixei de gostar de suas músicas. Mas a nova década me fez afastar de seu trabalho.


Sua passagem por Viçosa no final de 2011 em apresentação do power duo Pouca Vogal. Em cinco minutos desta única apresentação ele conversou e interagiu com o público infinitamente mais que em todos os shows dos Engenheiros do Hawaii anteriores.

Essa nova faceta dele, ainda que falsa, não posso garantir e nem descartar, me fez dar uma nova oportunidade ao trabalho dele, que sempre gostei, embora não tivesse um pingo de simpatia pelo sujeito.

Experimentei comprar o livro acima citado e confesso que gostei e muito. Uma leitura leve e descontraída. Conclusão, li o livro em menos de 24 horas. Gostei e recomendo. Fãs da fase áurea dos engenheiros reconhecerão inúmeras letras de músicas deles ao longo do livro.

Outro detalhe que me chamou a atenção foi o seguinte encarte:



Apesar de estar com baixa resolução, é fácil de se notar uma semelhança com um disco (Ummagumma) do Pink Floyd, ficou show de bola. Não esperaria menos de alguém que diz gostar e muito de rock progressivo dos anos 70. É isso aí... 

O novo mapa da Libertadores...


Atualizando informações presentes em postagens anteriores, como esta aqui, o novo mapa da libertadores começa por uma tabela atualizada.

SM = semi-finais
PT = participações totais
PdPC = participações depois do início do campeonato brasileiro de pontos corridos

Com a recente conquista corintiana, temos um total de nove clubes brasileiros campeões da libertadores. Todos eles pertencentes ao seleto grupo dos 12 maiores. Ainda sonham fazer parte dessa turma, torcedores de Fluminense (vice em 2008), Botafogo (semifinalista de 1963) e Atlético - MG, que nunca chegou às fases decisivas da competição.


Dos três que restam, o tricolor das Laranjeiras parece ser aquele que mudará de categoria em pouco tempo. Devido a frequentes participações, consistentes por sinal, bom elenco e afins.

Agora brasileiros somam 16 títulos contra 22 argentinos e 8 uruguaios. Os demais países somam 7. É a terceira conquista brasileira consecutiva. É apenas a segunda vez apenas que o Brasil tem a hegemonia continental por três anos consecutivos. Em 1997, 1998 e 1999, Cruzeiro, Vasco e Palmeiras, respectivamente, realizaram juntos este feito.

A edição de 2012 foi o oitavo ano seguido com ao menos um clube brasileiro na final. A 18° final com um brasileiro ao menos desde 1992 e o 11° título. Ainda considerando a contagem a partir de 1992, todas as edições do torneio desde então contaram com ao menos um clube brasileiro nas semi-finais.

A libertadores está cada vez mais com cara de samba e menos de tango. Veja os diagramas:





Em 21 anos anos o retrospecto brasileiro é mais que o dobro dos primeiros 32 anos. Uma gritante diferença quanto ao nosso desempenho e a notável "saída" de cena dos uruguaios.

terça-feira, 26 de junho de 2012

E lá se vai Junho...

É meu povo, o mês de junho já se encontra em seu final. Escolas caminhando para provas antes de o semestre letivo terminar. Quase seis meses já se foram. Outros 177 dias já se passaram e você nessa merda de vida lendo o que eu escrevo.


Mas não se preocupe. É assim mesmo. Tem dia que a vida é uma merda, maior parte deles. Em outros é razoável... paciência. Mas vamos ao que interessa.

Basicamente esse texto é para lembrar aos vestibulandos do final do ano que o ENEM é logo ali. E monte de sujeito coçando o saco e nada de estudar. Tá certo que o ENEM mudou um pouco a regra do jogo. Deu aos estudantes a falsa impressão de que precisam estudar menos.

Mas é aí que está a pegadinha do malandro. Quem se adaptar mais rápido a esta forma de cobrança que exige um pouco menos de conhecimento adquirido e mais de adaptação a situações problema, será, fatalmente, contemplado com sua vaguinha.

E no final, é isso que a maioria quer. Só um ou outro que estuda por gostar de aprender. 99,99999999999% estuda pra passar e mais nada. Não vê utilidade em aprender coisas novas. Não enxerga mais que dois palmos à frente para ter a noção de que conhecimento novo pode (e será) útil em pouco tempo.

Caso não seja, será a base para novos conceitos mais avançados que venham a aparecer. Exigindo menos tempo para aprendê-los e lidar com seus problemas relacionados. Mas os espertinhos "sabem" o que fazem. Pelo caminho mais difícil, diga-se de passagem.

É isso aí povo. Aproveita o momento, estuda um pouco. Não é pra morrer de estudar. Duas horas por dia não matam e a recompensa é boa. Perguntem a quem passou no vestibular.

Circuitos Elétricos: Introdução.

Iniciamos o estudo da eletrodinâmica, setor da física no qual estudamos as cargas elétricas em movimento e como as propriedades a elas associadas se comportam.

O primeiro objeto de estudo será o circuito elétrico. Constituído, a princípio, de três componentes, no mínimo.


¬ Uma bateria, representada pelas linhas paralelas de tamanhos diferentes. A maior delas é o pólo positivo e a menor delas é o negativo. A bateria estabelece uma ddp (diferença de potencial) sobre o circuita, representada por U e medida em Volts (V).

¬ Um resistor, representado por linhas franjadas ou em zigue-zague. A propriedade a ele atribuída é a resistência R, medida em Ohm (Ω), que é literalmente, a resistência oferecida pelo objeto à passagem de corrente elétrica (i), um fluxo contínuo (em sentido único) de elétrons através do material e medido em Ampére (A).

¬ Fios ideais, passam quase despercebidos. São as linhas contínuas e "lisas" conectando bateria (s) e resistor (es). Por definição, não apresentam resistência à passagem de corrente elétrica.

Reunindo os componentes acima citados e conectando eles, sem interrupção, a ambos os polos da bateria, teremos a passagem da corrente elétrica convencional pelo circuito sempre do pólo positivo para o negativo. Hoje sabemos que acontece o contrário, mas, do ponto de vista matemático, o resultado é o mesmo.

Para circuitos formados por resistores cuja resistência permanece constante, independente da ddp a eles aplicada, teremos a seguinte relação matemática entre ddp, corrente elétrica e resistência:

U = Ri

Esta relação será aplicada a circuitos em geral (pois há uma ddp global a eles aplicada) e a resistores em específico.

Exemplo: Uma bateria de 30 V é ligada em circuito a um resistor de 600 Ω, determine a intensidade da corrente elétrica que passa pelo resistor.

Solução: Assumindo que o circuito descrito no exemplo é como o da figura acima, temos que a corrente elétrica terá uma intensidade de 0,05 A (30/600), pois i = U/R.

É importante lembrar que corrente elétrica circula apenas em circuitos fechados, não em abertos. Por isso, atenção à descrição e a uma possível imagem são fundamentais.

Na próxima parte: associação de resistores em série e paralelo. Dúvidas, sugestões e comentários quaisquer são bem vindos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ligações químicas: a ligação covalente, parte II.

Na postagem anterior (link) sobre ligação covalente eu informei sobre a "necessidade" de os átomos completarem a regra do octeto e como esta determina a quantidade de ligações que os átomos, ametais em sua maioria, formarão uns com os outros.

Abaixo temos a representação de uma molécula de água, com o átomo de oxigênio em vermelho e os átomos de hidrogênio em branco. Formada por duas ligações simples, nas quais um par de elétrons é compartilhado em cada.

Retirado de oescolar