Mostrando postagens com marcador Schrödinger. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Schrödinger. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Modelos atômicos: orbital.

O sucesso e também o fracasso de um modelo atômico está em sua potencialidade de explicar fenômenos da natureza e esclarecer características microscópicas da matéria a partir de observações de suas propriedades macroscópicas.

Dalton explicou a proporção com que as substâncias reagem, Thomson acrescentou os elétrons para explicar a condução de eletricidade em soluções salinas aquosas. Rutherford, por sua vez, detectou a distinção entre núcleo e eletrosfera, assim como a imensidão de espaços vazios.

Coube a Bohr explicar como se distribuem os elétrons pela eletrosfera, relacionando a estrutura desta com resultados dos experimentos de chama e análises do espectro do Hidrogênio. Para infortúnio (ou não!) de Bohr, o próprio avanço tecnológico mostrou ainda a imperfeição em seu modelo. Novas linhas descobertas no espectro do hidrogênio, chamadas de estrutura fina,  mostraram haver mais transições eletrônicas que as preditas por Bohr (link). Sommerfeld propôs uma solução para o problema e não foi o suficiente.

A partir disso, ocorreu uma considerável mudança na maneira como a humanidade interpreta o mundo microscópico dos átomos. Heisenberg e Louis de Broglie entraram em cena com o princípio da incerteza e a dualidade onda-matéria (link) e a ideia de um modelo determinístico para descrever o átomo se tornou distante.

Será o mundo macroscópico determinístico?