terça-feira, 18 de maio de 2010

Segunda Lei da Termodinâmica!

Qualquer um que digitar o título acima no google ou no wikipédia encontrará textos bem adequados e capazes de elucidar satisfatoriamente este objeto de confusão na mente das pessoas. O meu objetivo com este tópico é expor a minha opinião a respeito dessa lei desgraçada, não explicá-la. Muito bem, a segunda lei enuncia que "nenhuma máquina térmica, operando em processos cíclicos, é capaz de transformar integralmente calor em trabalho".


O que as pessoas não observam é que isto vale pra qualquer objeto, por mais rudimentar que seja, ou ser vivo, que funcione às custas de alguma forma de energia e que realize processos repetitivos, como respirar, por exemplo.


Caramba, parece besteira, mas as implicações dessa maldita lei são fudidas demais. Uma delas é que um ser vivo não pode ser imortal. Ao contrário da ideia que a capa da Veja pretendia 'noticiar' a algumas edições passadas. Por mais que tentem forçar a barra, não há como mudar isso, não neste universo.


O mais legal de analisar desse ponto de vista é que nada, nem mesmo os deuses, inclusive o cristão, que consegue se multiplicar em três (coitados, não sabiam da primeira lei antes de escrever a bíblia) podem fugir destas consequências. E vou além, essa conversa de que as pessoas possuem uma alma imortal depois que morre, sinto muito, é mais conversa. Para existir algo consciente como uma alma e que seja capaz de gozar de um paraíso ou sofrer eternamente, seria necessário trocar energia.


Com isso, coloco de uma forma bem simples: ou a segunda e a primeira leis da termodinâmica (TD para os íntimos) estão erradas, ou deus(es) não existe(m). Seguindo a Navalha de Occan, fico com o menos estapafúrdio.
Mesmo assim, não gosto da ideia de ser a morte tão certa quanto os impostos e nada restar-me a fazer, apenas conformar-me. Isto é revoltante, é desprovido de sentido, como diria uma emo na porta de um show que não aconteceu: "isto é uma puta falta de sacanagem!" ... kkk

2 comentários:

  1. Engraçado é você justificar seu ponto de vista ateu com um argumento de um franciscano.

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  2. O autor do argumento é irrelevante, importa se ele, o argumento, é valido ou não!

    : )

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